desigual,
a água por onde vai a nau
é nada, é vaga, incauta, inesperada
invade frestas
arranca portas
e torta, molha o convés enche o porão do acontecido.
o mar.
no céu sem cor as aves tontas visitam rotinas
desenham esquinas e cruzamentos bem onde mora o primo irmão do perigo
cegas desiludidas buscando mais vento
já que não podem procurar abrigo.
a mar!
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